Clássicos ma non troppo
solistas da Orquestra do Algarve
ciclo Lethes Clássico
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Qui. 17 set / 19h
Bilhetes: 10€
Duração: 54’
M/6
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Neste concerto, os solistas da Orquestra do Algarve propõem uma formação invulgar para a música de câmara: o quarteto de sopros. Este formato, ao mesmo tempo íntimo e versátil, estava muito em voga nas primeiras décadas do séc. XIX, tendo os italianos Gioacchino Rossini e Vincenzo Gambaro escrito, cada qual, suas partituras para esta formação entre 1812 e 1813. Schubert conheceu bem a tradição dos quartetos de sopros nos salões vienenses, sendo-lhe aqui prestada homenagem através do célebre andamento lento de A Morte e a Donzela (1824), uma das suas obras-primas. Por fim, para dar a ouvir a sonoridade dos nossos tempos, o quarteto de sopros irá interpretar um tango de Daniel Dorff (1990), que teve tamanho sucesso que o autor criou mais de uma dúzia de versões para outras formações instrumentais.
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Programa:
Gioacchino Rossini
Andante e Tema con Variazioni
Franz Schubert
Andante con moto do Quarteto em Ré menor, A Morte e a Donzela, D. 810
Vincenzo Gambaro
Quarteto nº 1 em Fá maior, Opus 4: Allegro · Andantino · Polonaise/ Quarteto nº 2 em Ré menor, Opus 4: Allegro brillante · Menuetto vivace · Finale agitato
Daniel Dorff
It takes four to Tango
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Interpretação: Quarteto de sopros da Orquestra do Algarve
Fagote: Joaquim Moita
Flauta: Luís Miguel Garcia
Clarinete: Emídio Costa
Trompa: Todd Sheldrick
Promotor: Orquestra do Algarve
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